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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

PONTUAÇÃO




1.Ponto final (.) - Serve para indicar o final de uma frase
Ex: Mariana adora ir ao cinema.

2.Ponto de interrogação (?) - Indica uma pergunta
Ex: Você não quer passear comigo?

3.Ponto de exclamação (!) - Indica alegria, espanto, irritação, medo, tristeza
Ex: Que delícia! Este bolo é maravilhoso!

4.Vírgula (,)- É usada para:

a) separar entre si elementos dispostos em enumeração:
Ex:  Era um garoto de 15 anos, alto e magro.
Ex:  A ventania levou árvores, telhados, pontes e animais.

b) separar os nomes dos locais de datas:
 Ex: Brasília, 30 de janeiro de 2009.

5. Dois ponto (:) São usados para:
 a) Fazer explicações sobre algo:
Ex:  Gostaria de fazer algo diferente: viajar para a praia.
 
b) Indicar uma relação, uma lista:
 Ex: No meu colégio há: quadra de esportes, piscina e salão de festas.

c) Indicar a fala de um personagem em um diálogo:
Ex:      Mamãe disse:
- Filho, tome cuidado!

6. Reticências (...) São usadas para indicar uma interrupção de pensamento.
Exemplo:  A festa estava muito boa, mas ...   /  Gosto muito de...

7.TRAVESSÃO (–) Serve para indicar mudança de interlocutor  (cada uma das pessoas que participam de uma conversa, de um diálogo.)
Exemplo:
— Bom dia, mamãe.
— Bom dia, meu filho.

8. Aspas ( "  " )

a) Quando há palavras ou expressões populares, gírias, neologismos, estrangeirismos ou arcaísmos.
Exemplos:
Ele aprontou muito, agora está comendo “o pão que o diabo amassou”.
Está festa está “mo” legal.
Essa garota é muito “fashion”.


b) Antes ou depois de citações.
Exemplo:
Neste sábado, 31/01/09, o ministro do Trabalho disse o seguinte a respeito do aumento no salário mínimo para R$ 460,00: "Esse aumento representa beneficiar mais de 45 milhões de pessoas, entre aposentados e pensionistas".

c) Para assinalar palavras ou expressões irônicas.
Exemplos:
Eles se comportaram “super” bem.
Sim, porque são uns “anjinhos”.

INTERJEIÇÃO

As interjeições são palavras invariáveis, isto é, não sofrem variação em gênero, número e grau como os nomes, nem de número, pessoa, tempo, modo, aspecto e voz como os verbos. No entanto, em uso específico, algumas interjeições sofrem variação em grau. Deve-se ter claro, neste caso, que não se trata de um processo natural dessa classe de palavra, mas tão só uma variação que a linguagem afetiva permite.

Exemplos: oizinho, bravíssimo, até loguinho.
As interjeições expressam sentido de:
Advertência: Cuidado!, Devagar!, Calma!, Sentido!, Atenção!, Olha!, Alerta!
Afugentamento: Fora!, Passa!, Rua!, Xô!
Alegria ou Satisfação: Oh!, Ah!,Eh!, Oba!, Viva!
Alívio: Arre!, Uf!, Ufa! Ah!
Animação ou Estímulo: Vamos!, Força!, Coragem!, Eia!, Ânimo!, Adiante!, Firme!, Toca!
Aplauso ou Aprovação: Bravo!, Bis!, Apoiado!, Viva!, Boa!
Concordância: Claro!, Sim!, Pois não!, Tá!, Hã-hã!
Repulsa ou Desaprovação: Credo!, Irra!, Ih!, Livra!, Safa!, Fora!, Abaixo!, Francamente!, Xi!, Chega!, Basta!, Ora!
Desejo ou Intenção: Oh!, Pudera!, Tomara!, Oxalá!
Desculpa: Perdão!
Dor ou Tristeza: Ai!, Ui!, Ai de mim!, Que pena!, Ah!, Oh!, Eh!
Dúvida ou Incredulidade: Qual!, Qual o quê!, Hum!, Epa!, Ora!
Espanto ou Admiração: Oh!, Ah!, Uai!, Puxa!, Céus!, Quê!, Caramba!, Opa!, Virgem!, Vixe!, Nossa!, Hem?!, Hein?, Cruz!, Putz!
Impaciência ou Contrariedade: Hum!, Hem!, Irra!, Raios!, Diabo!, Puxa!, Pô!, Ora!
Pedido de Auxílio: Socorro!, Aqui!, Piedade!
Saudação, Chamamento ou Invocação: Salve!, Viva!, Adeus!, Olá!, Alô!, Ei!, Tchau!, Ô, Ó, Psiu!, Socorro!, Valha-me, Deus!
Silêncio: Psiu!, Bico!, Silêncio!
Terror ou Medo: Credo!, Cruzes!, Uh!, Ui!, Oh!

Verbos dicendi
Os verbos dicendi ou “de dizer” são aqueles que usamos para introduzir um diálogo. Geralmente é utilizado em entrevistas jornalísticas, contos de ficção, como romances, e prosas. Sempre é importante saber qual o contexto da fala, pois cada verbo carrega um comportamento ou características das personagens.
Exemplos:
O VERBO ANTES DA FALA
Márcio perguntou:
-  Você estava com suas amigas?
Ou      
O VERBO DEPOIS DA FALA
-  Você estava com suas amigas? Perguntou Márcio.


Alguns verbos: Disse, Respondeu, Perguntou, Falou, Insistiu, Contestou, Interrompeu, Concluiu, Concordou, Berrou, Ordenou, Pediu, Afirmou, Exclamou, Replicou, Discordou, Protestou, Repetiu,  Gritou, Desabafou, Acrescentou... 

domingo, 3 de setembro de 2017

Vídeos

Dicas para a produção de seu vídeo:

- Faça um roteiro antes com o que cada um vai falar; Não é bom ficar lendo no vídeo, mas saber o que vai falar é extremamente importante;
- Procure um lugar silencioso para gravar, é preciso que a gente ouça o seu video, se você falar muito baixo ou o local for muito barulhento, o som do vídeo não ficará bom;
- Arrume um tripé ou deixe o celular ou câmera em um lugar parado, quando alguém grava é muito difícil não ficar se mexendo e fica tudo tremido, também é ruim;
- Edite o vídeo;

- Recursos extras são bem vindo ( músicas de fundo, links, imagens que esclareçam etc.)

Links com alguns exemplos:



terça-feira, 29 de agosto de 2017

TERMOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO


Sujeito e Predicado

Para que a oração tenha significado, são necessários alguns termos básicos: os termos essenciais. A oração possui dois termos essenciais, o sujeito e o predicado.
O sujeito tem a característica de concordar com o verbo, salvo raríssimas exceções.

Sujeito: termo sobre o qual o restante da oração diz algo.

Por Exemplo: As praias estão cada vez mais poluídas.
Sujeito
Predicado: termo que contém o verbo e informa algo sobre o sujeito.

Por Exemplo:
As praias estão cada vez mais poluídas.
Predicado
Tipos de sujeito
1.Sujeito Simples: possui apenas um núcleo e este vem exposto.
Exemplos:
- Deus é perfeito!
- A cegueira lhe torturava os últimos dias de vida.
- Pastavam vacas brancas.

2.Sujeito Composto: possui dois ou mais núcleos que também vêm expressos na oração.
Exemplos:
- As vacas brancas e os touros pretos pastavam.
- A cegueira e a pobreza lhe torturavam os últimos dias de vida.
- Fome e desidratação são agravantes das doenças daquele povo.

3. Sujeito elíptico, subentendido ou desinencial: é determinado pela desinência verbal e não aparece explícito na frase. Dá-se por isso o nome de sujeito implícito. Antigamente era chamado de sujeito oculto.
Exemplos:
- Estamos sempre alertas para com os aumentos abusivos de preços. (sujeito: nós)
- Quero que meus pais cheguem de viagem o mais rápido possível. (sujeito: eu)
- Os pais terminaram a reunião. Foram embora logo em seguida. (sujeito: os pais - oculto apenas na segunda frase)

4. Sujeito Indeterminado: Este tipo de sujeito não aparece explícito na oração por ser impossível determiná-lo, apesar disso, sabe-se que existe um agente ou experienciador da ação verbal.
Exemplos:
A- verbo na 3ª pessoa do plural
- Dizem que a família está falindo. (alguém diz, mas não se sabe quem)
- Disseram que morreu do coração.
B- verbo na 3ª pessoa do singular + se, índice de indeterminação do sujeito
- Precisa-se de mão de obra especializada. (não se pode determinar quem precisa)

5. Sujeito inexistente: também chamado de oração sem sujeito, é designado por verbos que não correspondem a uma ação, como fenômenos da natureza, entre outros.
Exemplos:
A- Verbos indicando Fenômeno da Natureza
- Choveu na Argentina e fez sol no Brasil.
B- verbo haver no sentido de existir ou ocorrer
- Houve um grave acidente na avenida principal.
- Há pessoas que não valorizam a vida.
C- verbo fazer indicando tempo ou clima
- Faz meses que não a vejo.
- Faz sempre frio nessa região do estado.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Lendas indígenas para a produção de poesias


A Cidade Encantada de Jericoacoara
Dizem alguns habitantes de Jericoacoara que, sob o serrote do farol, jaz uma cidade encantada, onde habita uma linda princesa.
Perto da praia, quando a maré está baixa, há uma furna onde só se entrar de gatinhas. Essa furna de fato existe.
Só se pode entrar pela boca da caverna, mas não se pode percorre-la, porque, dizem, é fachada por enorme portão de ferro.
A princesa está encantada no meio da cidade que existe além do portão.
A maravilhosa princesa está transformada numa serpente de escamas de ouro, só tendo a cabeça e os pés de mulher.
Diz a lenda que ela só pode ser desencantada com sangue humano.
No dia em que se imolar alguém perto do portão, abrir-se-á a entrada do reino maravilhoso. Com sangue será feita uma cruz no dorso da serpente, e então surgirá a princesa com sua beleza olímpica no seio dos tesouros e maravilhas da cidade.
E então, em vez daquela ponta escalvada e agreste, surgirão as cúpulas dos palácios e as torres dos castelos, maravilhando toda a gente.
Na povoação há um feiticeiro, o velho Queiroz, que narra, com fé dos profetas e videntes, os prodígios da cidade escondida.
Certo dia Queiroz, acompanhado de muita gente da povoação, penetrou na gruta.
O feiticeiro ia desencantar a cidade.
Estavam em frente ao portão, que toda a gente diz ter visto. Eis que surge a princesa à espera do desencanto.
Dizem que ouviram cantos de galos, trinados de passarinhos, balidos de carneiros e gemidos estranhos originados da cidade sepultada.
O velho mágico, entretanto, nada pôde fazer porque no momento ninguém quis se prestar ao sacrifício.
Todos queriam sobreviver, naturalmente para se casar com a princesa...
O certo é que o feiticeiro pagou caro a tentativa. Foi parar na cadeia, onde permanece até hoje.
A cidade e a princesa ainda esperam o herói que se decida a remi-las com seu sangue.
A princesa ainda continua na gruta, metade mulher, metade serpente, como Melusina, e também como a maioria das mulheres.


Fonte :CASCUDO, Camara. Lendas Brasileiras para jovens São Paulo: Global Editora, 2006.p. 31










Lenda 3
                                                                             Cobra Norato

No paraná do Cachoeiri, entre o Amazonas e o Trombetas, nasceram Honorato e sua irmã Maria, Maria Caninana.
A mãe sentiu-se grávida quando banhava no rio Claro. Os filhos eram gêmeos e vieram ao mundo na forma de duas serpentes escuras.
A tapuia batizou-os com os nomes cristãos de Honorato e Maria. E sacudiu-os nas águas do Paraná porque não podiam viver em terra.
Criaram-se livremente, revirando ao sol os dorsos negros, mergulhando nas marolas e bufando de alegria selvagem. O povo chamava-os: Cobra Norato e Maria Caninana. Cobra Norato era forte e bom. Nunca fez mal a ninguém. Vez por outra vinha visitar a tapuia velha, no tejupar do Cachoeiri. Nadava para a margem esperando a noite.
Quando apareciam as estrelas e a aracuã deixava de cantar, Honorato saía d’água, arrastando o corpo enorme pela areia que rangia.
Vinha coleando, subindo, até a barranca. Sacudia-se todo, brilhando as escamas na luz das estrelas. E deixava o couro monstruoso da cobra, erguendo-se um rapaz bonito todo de branco. Ia cear e dormir no tejupar materno. O corpo da cobra ficava estirado junto do Paraná. Pela madrugada, antes do último cantar do galo, Honorato descia a barranca, metia-se dentro da cobra que estava imóvel. Sacudia-se. E a cobra, viva e feia, remergulhava nas águas do Paraná.
Volta a ser a Cobra Norato.
Salvou muita gente de morrer afogada. Direitou montarias e venceu peixes grandes e ferozes. Por causa dele a piraíba do rio Trombetas abandonou a região, depois de uma luta de três dias e três noites.
Maria Caninana era violenta e má. Alagava as embarcações, matava os náufragos, atacava os mariscadores que pescavam, feria os peixes pequenos. Nunca procurou a velha tapuia que morava no tejupar do Cachoeiri.
No porto da Cidade de Óbidos, no Pará, vive uma serpente encantadora, dormindo, escondida na terra, com a cabeça debaixo do altar da Senhora Sant’Ana, na igreja que é da mãe de Nossa Senhora.
A cauda está no fundo do rio. Se a serpente acordar, a Igreja cairá. Maria Caninana mordeu a serpente para ver a Igreja cair. A serpente não acordou, mas se mexeu. A terra rachou, desde o mercado até a Matriz de Óbidos.
Cobra Norato matou Maria Caninana porque ela era violenta e má. E ficou sozinho, nadando nos igarapés, nos rios, no silêncio dos paranás.
Quando havia putirão de farinha, dabucuri de frutas nas povoações plantadas à beira-rio, Cobra Norato desencantava, na hora em que os aracuãs deixam de cantar, e subia, todo de branco, para dançar e ver as moças, conversar com os rapazes, agradar os velhos.
Todo mundo ficava contente. Depois, ouviam o rumor da cobra mergulhando. Era madrugada e Cobra Norato ia cumprir seu destino.
Uma vez por ano Cobra Norato convidava um amigo para desencantá-lo. Amigo ou amiga. Podia ir na beira do Paraná, encontrar a cobra dormindo como morta, boca aberta, dentes finos, riscando de prata o escuro da noite: sacudir na boca aberta três pingos de leite de mulher e dar uma cutilada com ferro virgem na cabeça da cobra, estirada no areião.
Cobra fecharia a boca e a ferida daria três gotas de sangue. Honorato ficava só homem, para o resto da vida.
O corpo da cobra seria queimado. Não fazia mal. Bastava que alguém tivesse coragem.
Muita gente, com pena de Honorato, foi, com aço virgem e fresquinho leite de mulher, ver a cobra dormindo no barranco. Era tão grande e tão feia que, dormindo como morta, assombrava.
A velha tapuia do Cachoeiri, ela mesma, foi e teve medo. Cobra Norato continuou nadando e assobiando nas águas grandes, do Amazonas ao Trombetas, indo e vindo, como um desesperado sem remissão.
Num putirão famoso, Cobra Norato nadou pelo rio Tocantins, subindo para Cametá. Deixou o corpo na beira do rio e foi dançar, beber e conversar.
Fez amizade com um soldado e pediu que o desencantasse. O soldado foi, com o vidrinho de leite e um machado que não cortara pau, aço virgem. Viu a cobra estirada, dormindo como morta. Boca aberta. Sacudiu três pingos de leite entre os dentes. Desceu o machado, com vontade, no cocuruto da cabeça. O sangue marejou. A cobra sacudiu-se e parou.
Honorato deu um suspiro de descanso. Veio ajudar a queimar a cobra onde vivera tantos anos. As cinzas voaram. Honorato ficou homem. E morreu, anos e anos depois, na Cidade do Cametá, no Pará.
Não há nesse rio e terras do Pará quem ignore a vida da Cobra Norato. São aventuras e batalhas.
Canoeiros, batendo a jacumã, apontam os cantos, indicando as paragens inesquecidas:
- Ali passava, todo dia, a Cobra Norato....

Fonte :CASCUDO, Camara. Lendas Brasileiras para jovens São Paulo: Global Editora, 2006.p. 11-12





quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Exemplo de como escrever um diário de Leitura

15 de agosto de 2017

Gosto muito de histórias com detetives, o mistério entorno de um crime, descobrir as pistas através da observação, o clima de “todo mundo é suspeito” e tentar descobrir quem cometeu o crime, antes do final do livro. Sou fã do Conan Doyle, escritor que criou o famoso detetive Sherlock Holmes, mas nunca havia lido Agatha Christie.
Sempre tive boas referências, mas não havia lido. Comecei minha leitura hoje, li os três primeiros capítulos. Achei um pouco descritivo, mas isso me ajuda a “visualizar” as cenas e os personagens, mas me deixa ansiosa porque quero saber como o será o assassinato.
Estou curiosa para saber qual é a relação de Mary com o coronel Arbuthnot, será que ela tem um caso com um homem tão mais velho? Não combina com uma mulher tão independente...
Gostei das expressões em francês, vou passar a usar uma “Voilà ce qui est embêtant”, “isto é um aborrecimento”.
Embora esteja só no 3º capitulo já sinto o clima esquentar... amo as descrições relacionadas ao país de origem de alguns personagens... italiano falando alto, americano reclamando etc.
Algumas palavras que talvez meus alunos não sabiam como : concierge – recepcionista, peremptório – definitivo, decisivo. Ou ainda as expressões francesas : cher – querido, mais oui – está certo, comme-ça - assim, monsieur – senhor, voilà – é isso, merci – obrigada, Jolie femme – mulher bonita.
Até o momento o livro é narrado em 3ª pessoa.
Ansiosa pelas próximas leituras... Um grito na noite....


23 de agosto de 2017



domingo, 6 de agosto de 2017

lista de melhores títulos da Agatha Christie




Links para os livros da Agatha Christie
Os arquivos estão todos em PDF
5 E Não Sobrou Nenhum (ou O Caso dos 10 Negrinhos): https://www.4shared.com/get/Ok8683STei/Morte_no_Nilo_-_Agatha_Christi.html
8 Assassinato na Casa do Pastor:
13 Cem Gramas de Centeio: https://www.4shared.com/s/fwEXVsWjZei
14  Os Cinco Porquinhos: https://www.4shared.com/s/fVumVjM5qei
15 Convite para um Homicídio: https://www.4shared.com/s/f85SH3_vSei
16 Mistério no Caribe: https://www.4shared.com/s/fsjMSE_iMei
18 O Caso do Hotel Bertram: https://www.4shared.com/s/f-BwOB2xvei
19 O Espelho Quebrado / A Maldição do Espelho: https://www.4shared.com/s/fTNPHWkMAca
20 O MISTERIOSO CASO DE STYLES : https://www.4shared.com/s/fi__gZEFBca
22 Um Crime Adormecido: https://www.4shared.com/s/feK3FGTLgca
23 Um Passe de Mágica: https://www.4shared.com/s/f70tZiKQWca

Livros para o diário do 3º bimestre




1. Assassinato no expresso do Oriente

http://lelivros.love/book/download-assassinato-no-expresso-do-oriente-agatha-christie-em-epub-mobi-e-pdf/

2. Assassinato no campo de golfe

http://lelivros.group/book/download-assassinato-no-campo-de-golfe-agatha-christie-em-epub-mobi-e-pdf-2

3. Um gato entre os pombos

https://www.e-livros.xyz/ver/um-gato-entre-os-pombos-agatha-christie

4. Morte no Nilo
http://lelivros.stream/book/baixar-livro-morte-no-nilo-agatha-christie-em-pdf-epub-e-mobi-ou-ler-online

5 A Mansão Hollow 

http://www.kbook.com.br/livraria/wp-content/files_mf/amans%C3%A3ohollowagathachristie.pdf





Outros livros da Agatha Cristhie 

https://otiocelo.blogspot.com.br/2016/08/colecao-agatha-christie.html