segunda-feira, 13 de março de 2017

Bezerro sem mãe



      Foi numa fazenda de gado, no tempo do ano em que as vacas dão cria. Cada vaca toda satisfeita com o seu bezerro. Mas dois deles andavam tristes de dar pena: uma vaca que tinha perdido o seu bezerro e um bezerro que ficou sem mãe.
      A vaquinha até parecia estar chorando, com os peitos cheios de leite, sem filho para mamar. E o bezerro sem mãe gemia, morrendo de fome e abandonado.
        Não adiantava juntar os dois, porque a vaca não aceitava. Ela sentia pelo cheiro que o bezerrinho órfão não era filho dela, e o empurrava para longe.
        Aí o vaqueiro se lembrou do couro do bezerro morto, que estava secado ao sol. Enrolou naquele couro o bezerrinho sem mãe e levou o bichinho disfarçado para junto da vaca sem filho.
        Ora, foi uma beleza! A vaca deu uma lambida no couro, sentiu o cheiro do filho e deixou que o outro mamasse à vontade. E por três dias foi aquela mascarada. Mas no quarto dia, a vaca, de repente, meteu o focinho no couro e puxou fora o disfarce. Lambeu o bezerrinho direto, como se dissesse: “Agora você já está adotado.”
      E ficaram os dois no maior amor, como filho e mãe de verdade.

Raquel de Queiroz

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

DICAS PARA ESCREVER UMA POESIA



·         Escreva todas as palavras e frases que vêm à mente quando você pensa em determinada ideia. Permita-se colocar todas as suas ideias em palavras.
·         Tente se encaixar no cenário específico que você quer abordar. Por exemplo, se você quiser escrever sobre ÉTICA, tente imaginar situações em que as pessoas são éticas, aonde as pessoas têm atitudes cidadãs, também lembre do contrário.
·         Pense e leia seu poema como uma música.

·         Não se esqueça que poesia é escrita em versos, linhas curtas!!!

terça-feira, 9 de agosto de 2016

O homem Trocado


O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
- Tudo perfeito - diz a enfermeira, sorrindo.
- Eu estava com medo desta operação...
- Por quê? Não havia risco nenhum. - Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos...E conta que os enganos começaram com seu nascimento. Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.
- E o meu nome? Outro engano. 
- Seu nome não é Lírio?
- Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
- Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
- O senhor não faz chamadas interurbanas?
- Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
- Por quê?
- Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
- O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
- Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
- Apendicite? - perguntou, hesitante.
- É. A operação era para tirar o apêndice.
- Não era para trocar de sexo?

(Luis Fernando Veríssimo. Seleção de crônicas do livro Comédias da vida privada. Porto Alegre: LP&M, 1996. p. 77-8)







Atividades

1. Qual é o Tipo de narrador?
(   ) protagonista       (   ) observador  (  )personagem
2. Onde acontece a história?
3. Quanto tempo dura a história?
4. Por que o homem afirma que estava com medo da operação?
5. Uma série de enganos  aconteceram na vida desse homem, faça uma lista com enganos

desde que ele nasceu.

crônica


Crônica

            A crônica tem como estilo uma narrativa breve, sem aprofundamento da análise, com abordagem reflexiva, subjetiva e comunicativa, que conta ou comenta histórias da vida cotidiana.
            Histórias que podem ter acontecido com você, com algum colega seu ou até mesmo com alguém da sua família. Mas uma coisa é acontecer e outra é escrever sobre esse fato.
            Na leitura de algumas crônicas, você pode notar como esse tipo de narração ganha um interesse especial.
            Seus personagens são definidos apenas quanto ao momento da ação, falando-se muito pouco sobre eles.
            O desenvolvimento da crônica está intimamente ligado ao espaço aberto, principalmente na imprensa. Pode apresentar-se ora humoristicamente, ora dramaticamente, mas quase sempre com sátiras, porque revela a intimidade de personalidades famosas do mundo, sobre quem o leitor sempre quer saber mais alguma coisa, de preferência íntima, particular, secreta.
            Atualmente é comum alguns jornais e revistas publicarem textos de cronistas bem conceituados, como Luís Fernando Veríssimo, Carlos Heitor Cony, entre outros.

Tipos de Crônica

A crônica literária começou a despertar interesse no Brasil na época do Romantismo, quando se referia à vida urbana de nossos maiores centros ou tratava de matéria política. Mas a renovação de seu conceito se fez sentir mais modernamente. Além de ser artigo de jornal, registra os fatos, as novidades ou até seus comentários, pela penetração em problemas psicológicos e pelo abandono dos assuntos da vida mundana de camadas mais elevadas.


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Textos sobre Ética, Moral e Cidadania


Conforme pedido por alguns alunos seguem os textos trabalhados em sala de aula sobre Ética, Moral e Cidadania.

ÉTICA
Ana Lúcia Santana

A Ética é uma virtude que está sempre presente no comportamento humano, portanto é um fator essencial na tessitura da vida social. Ela leva o Homem a questionar constantemente suas ações e as atitudes alheias, tentando definir se elas são boas ou más, corretas ou incorretas. Enquanto disciplina, esta ciência se preocupa com a análise das ideias que envolvem a produção do Bem e do Mal, ou seja, ela se dedica aos seus aspectos teóricos. Por outro lado, a moral está intrínseca na decisão de como agir frente a uma determinada situação, no foro íntimo de cada um, na forma como as pessoas, individualmente, reagem diante de um impasse.
Assim, enquanto as inquietações com a esfera conceitual dos valores que regem o comportamento humano estão localizadas no âmbito da Ética, as questões práticas deste campo pertencem à esfera da Moral, que governa a alma de cada indivíduo. Assim, ao longo da História, diversos pensadores tentaram compreender o que é o Bem, para melhor aplicar esta ideia no cotidiano, nos momentos em que se tem de escolher entre a sua prática e a do Mal . Mas nunca se chegou a um consenso sobre esta indagação.

Outra forma de se distinguir Ética e Moral é perceber que a primeira constitui um preceito, é definitiva, comum a todos, é uma norma de conduta e pertence ao campo teórico; a outra é composta de ângulos analisáveis dos comportamentos individuais, é temporária, específica de cada cultura, a lei em ação, e é inerente ao campo da práxis.

Além do mais, a Ética já encontra a vivência moral vigente na sociedade, portanto não é ela quem estabelece os valores morais; ela apenas busca compreender seu núcleo conceitual, como ela surge, em que estado as atitudes morais são perpetradas, do ponto de vista pessoal e das circunstâncias objetivas, os princípios de onde partem os julgamentos de natureza moral, entre outros fatores teóricos.

A ação humana é sempre fruto de uma escolha entre o correto e o incorreto, entre o que é bom e o que tangencia o mal. Mas saber o que pertence a uma margem e o que se encontra já no outro lado da fronteira depende do ponto de vista cultural que predomina em alguns povos e em certos momentos históricos. O Homem procura se basear, normalmente, em parâmetros socialmente aceitos, que lhe permitam conviver com as outras pessoas. Para tanto ele busca se guiar pelos conceitos que norteiam a prática dos valores positivos, das qualidades humanas.

Os primeiros passos das análises éticas foram provavelmente empreendidos pelos filósofos da Grécia Antiga. Atualmente seus estudos transcendem o campo filosófico e se estendem ao domínio de sociólogos, psicólogos, biólogos, e muitos outros estudiosos. Esta disciplina também procura definir como é atribuída ao Homem a obrigação de se comportar moralmente. Ou seja, os pesquisadores se esforçam para entender de que forma o indivíduo optou entre as várias possibilidades à sua disposição; esta compreensão do livre-arbítrio humano pertence ao campo da Ética.

É importante não restringir esta ciência a uma definição meramente prescritiva, pois ela é antes de tudo uma ferramenta conceitual elaborada justamente para tornar inteligível o que se passa nos bastidores das escolhas humanas. Ela não é, portanto, uma receita preparada para se saber qual a resposta mais apropriada a cada contexto, embora torne mais claro esse processo decisório e, neste sentido, talvez possa ajudar o Homem a realizar melhor suas escolhas.

Fonte: http://www.geocities.ws/filosofia/etica_02.htmlhttp://www.geocities.ws/filosofia/etica_02.html. Acesso em 14 de julho de 2016.


O que é ser cidadão e ter cidadania?

Postado em 04/08/2010 04:29:08
Luísa Galvão Lessa

Muito se fala em ser cidadão e ter cidadania, mas tão pouca gente sabe, em verdade, o significado dessas palavras e ainda mais de onde vieram e como chegaram aos dias atuais. Ser cidadão é ter direito à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade perante a lei. É, em resumo, ter direitos civis. É também participar no destino da sociedade, votar, ser votado, ter direitos políticos.
Os direitos civis e políticos não asseguram a democracia sem os direitos sociais, aqueles que garantem a participação do indivíduo na riqueza coletiva: o direito à educação, ao trabalho, ao salário justo, à saúde, a uma velhice tranquila. Exercer a cidadania plena é ter direitos civis, políticos e sociais, fruto de um longo processo histórico que levou a sociedade ocidental a conquistar parte desses direitos.
Cidadania não é uma definição estanque, mas um conceito histórico, o que significa que seu sentido varia no tempo e no espaço. O conceito de cidadania esteve ligado, durante mais de século, à classe burguesa. Afinal, cidadania vem de “cidade”, e cidadão era o homem que, livre da gleba feudal, habitava a cidade. Assim, “cidadão” e “burguês” eram, a grosso modo, entendidos como conceitos sinônimos. Hoje, cidadão é aquele que convive numa sociedade respeitando o próximo, cumprindo com suas obrigações e gozando de seus direitos.
Da mesma maneira, como cidade era o símbolo da liberdade, em contraposição à servidão feudal, e como seus habitantes não eram nobres aristocráticos de “sangue azul”, a palavra chave que exigiam era igualdade. Quando a burguesia assume o poder, na Revolução Francesa de 1789, as palavras igualdade e liberdade ganham conteúdo ideológico. E com elas, o conceito de cidadania.
Assim, cidadania é um conceito que adere ao conceito de classe burguesa, não interessando, portanto, às classes antagônicas a ela. Os conceitos de liberdade e igualdade, no ideário burguês, só subsistem acoplados à propriedade. Assim, para a burguesia, é a propriedade que constitui o homem livre, é a propriedade que constitui os iguais (ou, em contraposição, os que não podem ser tidos e tratados como iguais).
Somente na década de 70 de nosso século a intelectualidade e os chamados intelectuais orgânicos das classes subalternas vão reconstituir o conceito de cidadania, ampliar sua abrangência e reinterpretar os conceitos burgueses de liberdade e igualdade. Foi necessária uma reinterpretação para recolocar o conceito de cidadania como conceito universal e como conceito-base para a reconstituição da estrutura social e política.
Cidadania passou a ser entendida como o ato de o homem constituir-se como homem entre outros homens e como homem que, com os outros homens, constrói o mundo humano, material e simbólico em que subsiste. Ser cidadão é ser sujeito do processo histórico, em contraposição ao ser objeto, sobre o qual incide a ação do sujeito; é ser agente, produtor do espaço cultural em que deverá viver.
Constituir-se como cidadão é assumir-se protagonista do processo histórico. E, assim sendo, o cidadão não delega responsabilidades, não deixa parte de si para outrem. Ele luta pelo bairro onde está, participa politicamente, não aceita perder conquistas já efetuadas, exige salário digno para aquilo que faz, exige justiça para si e para os outros. Não existe educação senão para a constituição da cidadania plena, quer seja do indivíduo, quer seja da coletividade.
Finalmente, entende-se que ter cidadania é nunca permitir que o dado seja aceito sem a necessária reflexão, sem consciência crítica. Ser cidadão é nunca se permitir ser objeto, mas sim, construtor de seu próprio ser, de sua própria identidade, do seu próprio mundo.





Cidadania

[...]

A cidadania esteve e está em permanente construção; é um referencial de conquista da humanidade, através daqueles que sempre buscam mais direitos, maior liberdade, melhores garantias individuais e coletivas, e não se conformando frente às dominações, seja do próprio Estado ou de outras instituições.

No Brasil ainda há muito que fazer em relação à questão da cidadania, apesar das extraordinárias conquistas dos direitos após o fim do regime militar (1964-1985). Mesmo assim, a cidadania está muito distante de muitos brasileiros, pois a conquista dos direitos políticos, sociais e civis não consegue ocultar o drama de milhões de pessoas em situação de miséria, altos índices de desemprego, da taxa significativa de analfabetos e semianalfabetos, sem falar do drama nacional das vítimas da violência particular e oficial.

Conforme sustenta o historiador José Murilo de Carvalho, no Brasil a trajetória dos direitos seguiu lógica inversa daquela descrita por T.H. Marshall. Primeiro “vieram os direitos sociais, implantados em período de supressão dos direitos políticos e de redução dos direitos civis por um ditador que se tornou popular (Getúlio Vargas). Depois vieram os direitos políticos... a expansão do direito do voto deu-se em outro período ditatorial, em que os órgãos de repressão política foram transformados em peça decorativa do regime [militar]... A pirâmide dos direitos [no Brasil] foi colocada de cabeça para baixo”.

Nos países ocidentais, a cidadania moderna se constituiu por etapas. T. H. Marshall afirma que a cidadania só é plena se dotada de todos os três tipos de direito:

1. Civil: direitos inerentes à liberdade individual, liberdade de expressão e de pensamento; direito de propriedade e de conclusão de contratos; direito à justiça; que foi instituída no século 18;

2. Política: direito de participação no exercício do poder político, como eleito ou eleitor, no conjunto das instituições de autoridade pública, constituída no século 19;


3. Social: conjunto de direitos relativos ao bem-estar econômico e social, desde a segurança até ao direito de partilhar do nível de vida, segundo os padrões prevalecentes na sociedade, que são conquistas do século 20.
fonte: http://brasilescola.uol.com.br/sociologia/cidadania-ou-estadania.htmAcesso em 14 de julho de 2016.


Questões

1.O que é Ética?
2.O que é Moral?
3.Qual é a diferença entre Ética e Moral ?
4.Quem estuda Ética e Moral e por quê esse assunto é estudado?
5.Faz tempo que a humanidade estuda os conceitos de Ética e Moral ? Desde de quando, segundo os textos lido?
6.O que é ser cidadão?                                          
7.Como nos constituímos como cidadão?
8.O que é cidadania?
9.A constituição brasileira diz que todos somos iguais, você acredita que todos temos nossa cidadania respeitada, todos conseguimos exercer nossa cidadania de forma igual?  Realmente somos todos iguais?

10.Justifique a resposta 9:

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Trabalho de Língua Portuguesa - 6º ano- 3º Bimestre


Trabalho de Língua Portuguesa
6º ano
3º Bimestre
                                                                                                                                                                             
Data de solicitação: 15/08/2016
Data de entrega: 23/08/2016

Pesquisa sobre o autor (São vários autores diferentes, abaixo veja qual é o seu)

As questões abaixo devem ser respondidas através de sua pesquisa, ou seja,  você irá pesquisa em no mínimo três fontes e com base no que você pesquisou responde-las. É para responder no formato em que está, ou seja, responder as questões, não é texto.

Questões

1-Quem é o  autor (a)? ( data de nascimento,  onde nasceu? o que fazia/ faz?)

2-Onde vive (ou viveu) o autor (a)?

3- Como vive (ou viveu) o autor (a)?

4- Caso o autor ( ou autora) tenha outra profissão falar sobre esta profissão.

5- Alguma (as) curiosidade (s) sobre o autor  (ou autora).

6- Caso você encontre outras informações sobre o autor ( ou autora)  divida com a turma, coloque-a em seu trabalho.

7- A bibliografia do autor pesquisado (obras que o mesmo tenha escrito)

8- Quais são os temas abordados em suas obras?  ( se o autor (a) escreve sobre assuntos do dia a dia, sobre amor, sobre família, sobre a mulher, sobre indígenas, negro etc.)

9- Qual é o estilo da escrita do autor? (se o auto descreve muito, a linguagem é difícil, se usa linguagem médica etc.)

10 – Bibliografia: No final do sempre trabalho deve constar as fontes de sua pesquisa, ou seja, de onde foram retiradas as informações que devem ser:

Observação: Bibliografia é a relação de livros, dicionário, revistas, jornais ou sites que utilizou para sua pesquisa.

Na bibliografia para livros deve constar o nome do autor, o título do livro, cidade, editora e ano de publicação.

1º Exemplo: Livros, Dicionário, Revista etc.

RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1991.

Na bibliografia de sites deve constar o nome do autor , quando houver, o título da matéria, endereço do site e data de acesso.


2º Exemplo: Quando você pesquisar em um site e há o nome do autor do texto que você pesquisou:

ASPIS, Renata P. L. Avaliar é humano, avaliar humaniza. http://www.cbfc.com.br/reflexão. Acesso em: 20 dez 2001.

3º Exemplo: Quando você pesquisar em um site e não há o nome do autor do texto que você pesquisou:

http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9rgio_Porto. Acessado em: 20 dez 2001.



6 º A
Cecília Meireles                                1, 21
Clarice Lispector                               2, 22
Cora Coralina                                   4, 23
Carolina Maria de Jesus                     5, 24
Ana Cristina César                            6
Hilda Hilst                                        7, 35
Carlos Drummond                           10, 25
Graciliano Ramos                            12, 26
Machado de Assis                           13, 27
Guimarães Rosa                              14, 28
Castro Alves                                   15, 29
Mario de Andrade                           16, 30
Daniel Munduruku                          17, 31
Eliane Potiguara                              18, 32
Olívio Jekupe                                  19, 33
Graça Grauna                                   20, 34

¨6 º B
Cecília Meireles                                16, 31
Clarice Lispector                              15, 30, 32
Cora Coralina                                   14, 29, 36
Coralina Maria de Jesus                    13, 28
Ana Cristina César                           12, 27
Hilda Hilst                                       11, 26
Carlos Drummond                           10, 25, 33
Graciliano Ramos                            9, 24
Machado de Assis                           8, 23
Guimaraes Rosa                              7, 22, 34
Castro Alves                                  6, 21
Mario de Andrade                          5, 20
Daniel Munduruku                         4, 19     
Eliane Potiguara                             3, 18
Olívio Jekupe                                 2, 17
Graça Grauna                                 1,  35

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Trabalho sobre Mitologia Grega


Trabalho sobre Mitologia Grega  para os alunos do 7º Ano da  EMEF Victor Cívita
Data de entrega: 12/08/2016
1ª Etapa

Pesquise o mito que a professora solicitou, você deve entregar no mínimo duas histórias sobre o mito, por ser histórias que surgiram na tradição oral, há versões diferentes para o mesmo mito, alguns mitos há pouca diferença, em outros há muita diferença, mas é importante que você traga mais do que uma versão.
O trabalho pode ser digitado ou manuscrito, não esqueça de colocar a fonte de onde a história foi retirada, por exemplo, o link do site.
Observação: Não é para trazer uma explicação sobre o mito e sim a história.

2ª Etapa
Responda:
1- O que significa o mito que você pesquisou? Ou seja o que aprendemos com o mito?  Ou ainda, O que o mito busca explicar?

3ª Etapa
Pesquise o nome e características de alguns:
1- Deuses (principalmente aqueles relacionados com o seu mito);
2- Heróis ( Semideuses ou não);
3- Seres Mitológicos Gregos: minotauros, ciclopes,  górgonas, hidra de Lerna,  gigantes, Esfinge, Pégaso, Quimera, Centauros, Grifos  etc.;
4- Armas da mitologia grega.

Observação: seja descritivo, minucioso em suas informações, pois você as usará na escrita do mito atualizado.



Divisão de Mitos 7º A
1.Prometeu  (1, 15, 28)
2. Narciso (2, 16, 29)
3. Édipo  (3, 18,30)
4. Dáidalos e Ícaro (4, 19, )
5. Teseu e o labirinto (5, 14, 20)
6. Orfeu e Eurídice (6,21)
7. O calcanhar de Aquiles (22, 31)
8.  O Cavalo de Troia (8,23, 32)
9. Perseu e a cabeça da Medusa (9,24) 
10. Mito do Rei Midas (10,25)
11. A caixa de Pandora (13, 26)
12. O toque de Midas (12, 27)

Divisão de Mitos 7º B
1.Promoteu  (1, 15, 28)
2. Narciso – (2, 16, 29)
3. Édipo  (3, 17, 30 )
4. Dáidalos e Ícaro (5, 18, )
5. Teseu e o labirinto (6, 19)
6. Orfeu e Eurídice (8, 21)
7. O calcanhar de Aquiles (9,22)
8.  O Cavalo de Troia (10,23)
9. Perseu e a cabeça da Medusa (11,24)              
10. Mito do Rei Midas (12,25)
11. A caixa de Pandora (13, 26)
12. O toque de Midas (14, 27)